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A Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), no Brasil, emitiu um alerta chamado Difusão Azul, para busca e localização de Larissa Sacco, mulher o ex-médico Roger Abdelmassih. Ele foi preso em uma operação da Senad paraguaia em conjunto com a Polícia Federal brasileira na terça-feira (19) e, desde então, ela e seus dois filhos gêmeos não foram mais vistos no Paraguai.

“A motivação da Difusão Azul é pela ajuda a um delinquente. Esta é a razão do comunicado da Interpol, que veio de Brasília nesta quinta-feira [21]. É preciso esclarecer que não se trata da Difusão Vermelha, pois o objetivo não é prender Larissa, apenas temos de encontrá-la e informar o paradeiro dela e dos filhos às autoridades paraguaias e brasileiras”, disse Francisco Javier Cristaldo Gomez, comissário da Interpol no Paraguai.

Ele afirmou ao G1 que há duas possibilidades reais sobre o paradeiro de Larissa. A primeira é a de que ela tenha permanecido no Paraguai, sob guarida de alguma pessoa. A outra é a de que ela tenha passado ou esteja tentando passar pelas fronteiras secas entre Paraguai e Brasil. “Acreditamos em duas hipóteses: a de que ela ainda esteja no interior do país, em cidades como Pedro Juan Caballero, Ponta Porã e até Cidade del Leste. O objetivo seria passar para o Brasil pelas fronteiras secas. A outra é a de que ela já possa ter passado para o lado brasileiro”.

Cristaldo disse que pediu ajuda à Polícia Federal do Brasil para vigiar as fronteiras, às polícias rodoviárias dos dois países para monitorar a passagem de um carro com as características da que Larissa e Abdelmassih usavam para transportar as crianças, um Kia Carnival, já que a Mercedes Benz do casal ficou na casa, em Assunção.

“Passamos várias informações para todas as autoridades que possam estar nos possíveis caminhos, rotas de saída do país. Se a localização dela for certa, não a prenderemos, apenas a monitoraremos e passaremos as informações sobre o encontro para a Interpol. Repito, isso não é um mandado de prisão. Ela não será presa”, esclareceu Cristaldo.

Prisão do ex-médico
O ex-médico foi preso na terça-feira (19) em Assunção. Ele foi expulso e cumpre pena em Tremembé, no interior de São Paulo. Abdelmassih tem 70 anos e era considerado um dos principais especialistas em reprodução humana no Brasil. Ele foi condenado pela Justiça a 278 anos de reclusão pelos crimes de estupro e atentado violento ao pudor contra pacientes.

Família de Larissa defende Abdelmassih
O pai e a irmã da mulher de Roger Abdelmassih afirmaram que acreditam na inocência do ex-médico. Moradores de Jaboticabal, no interior do estado de São Paulo, os parentes da ex-procuradora Larissa Maria Sacco afirmaram haver “mentiras” e “absurdos” nas acusações de estupros e abusos que levaram à condenação de Abdelmassih.

Ao G1, o pai de Larissa, Vicente Sacco, foi enfático. “Tem muita mentira”, afirmou. Maria Cândida, irmã mais velha de Larissa, revelou que Larissa não permanecerá no Paraguai. “Lá ela não vai ficar. Nem ela sabe ainda (para onde irá)”, explicou.

De acordo com Maria Cândida, sua família está muito abalada com a prisão de Roger e os desdobramentos do caso. “Nós estamos muito cansados, há tempos já, passando por uma situação nada agradável para nós, de exposição da família, que não tinha nada a ver, só o que fizeram com a gente em função disso”, explicou.

A irmã de Larissa disse não acreditar nos depoimentos das vítimas do ex-médico. A família tem acompanhado as notícias, segundo ela, incrédula. Mas por ora, não deseja se posicionar. “Nós temos nossas certezas também e essas mulheres falando absurdos que a gente escuta, tem coisa que a gente dá risada. Não queremos falar porque não vai adiantar nada. Estamos emocionados, está difícil”, disse ela.

Para Maria Cândida, Roger Abdelmassih não cometeu nenhum crime. “Nós acreditamos na inocência. No nível que estão falando das coisas é um absurdo. Isso é um absurdo. Nós não acreditamos em nada disso porque nós conhecemos a pessoa”.

Questionada se a família pretende visitar Roger na Penitenciária Tremembé, no interior de São Paulo, Maria Cândida rebateu: “E por que não? Agora é tudo muito recente, não vamos tomar atitude nenhuma.”

Investigação
Nesta quinta (21), o diretor de Imigração do Paraguai, Jorge Kronawetter, disse que a suspeita é que ela tenha usado documentos falsos. “Temos uma certeza, que é a de que Roger Abdelmassih nunca entrou no Paraguai com esse nome. Não há registro da entrada dele de maneira legal no país. Ainda não temos em mãos o documento com o nome que ele usou para entrar e nem como ele entrou no país, mas não foi legalmente. Por isso ele foi expulso, pois o governo paraguaio não é conivente com a permanência de pessoas ilegalmente aqui, seja ele criminoso ou não em seu país de origem”, disse Kronawetter.

O diretor de Imigração disse que a investigação que seguirá a partir de agora será integrada entre várias instituições paraguaias. “Caberá ao Ministério Público apurar a situação da mulher e dos filhos dele [Roger]. Como já temos certeza de que ele entrou ilegalmente, é muito provável que a família dele tenha feito a mesma coisa, que tenham entrado ilegalmente no Paraguai. Com o nome original ele não entrou no país”.

A investigação vai permitir, por exemplo, saber se Roger Abdelmassih cometeu outros crimes no Paraguai. “Não temos certeza ainda como Larissa Sacco entrou no país, mas é muito provável que ela tenha usado a mesma estratégia do marido. Se eles usaram documento falso, isso tem uma consequência jurídica, que é a expulsão do país. Se eles usaram documentos falsos para abrir ou movimentar contas bancárias, eles poderão responder por lavagem de dinheiro. Se a primeira hipótese se confirmar [uso de documentos falsos], os filhos e a mulher dele seguramente poderão ser expulsos”, disse Kronawetter.

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O diretor de segurança do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Praia Grande, no litoral de São Paulo, Charles Demetre, foi morto com vários tiros na noite dessa quinta-feira (21). Segundo as primeiras informações da Polícia Militar, foram feitos mais de 20 disparos em direção à vitima.
O crime ocorreu por volta da 22h, quando Demetre chegava de carro em casa, na Rua Norberto Florêncio. Ainda de acordo com a PM, os criminosos chegaram em um carro prata e fizeram uma emboscada. O diretor não teve chance de reação e morreu ainda dentro do veículo, atingido por tiros de fuzil e arma calibre ponto 40.
Charles Demetre trabalhava na unidade prisional há nove anos, deixou esposa e quatro filhos. O caso será investigado pela Delegacia Sede de Praia Grande.

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O primeiro baixista do Metallica, Ron McGovney, começou a vender objetivos de sua passagem pela banda no site de leilões virtuais eBaynesta quinta-feira (21). O músico afirmou que faz isso por não ter dinheiro e espera que consiga arrecadar o suficiente para ajudar a família.

O músico saiu do Metallica em 1982, mesmo ano em que entrou. Por um panfleto de anúncio da turnê de 1982 da banda, ele conseguiu US$ 500 (o equivalente a R$ 1.134). Até a publicação desse texto, McGovney ainda não havia vendido dois panfletos também de 1982. O último lance havia sido de US$ 41 (R$ 93).

Algumas pessoas criticaram o gesto de McGovney e afirmaram que ele está “vendendo suas memórias”. “É engraçado como algumas pessoas fazem comentários rudes sobre eu vender coisas relacionadas ao Metallica no eBay. Eu não tenho muito dinheiro. Minha família vive de salário em salário como a maioria dos americanos. Se você tivesse alguma coisa no seu armário de 30 anos atrás e, caso você vendesse, soubesse que iria ajudar sua família, você não venderia?”, escreveu o músico em sua conta no Facebook.

Demência
“E a respeito de “vender suas memórias”: minha memória está desaparecendo nesses anos. Eu lembro pedaços, mas eu não consigo lembrar da primeira apresentação ou do show de Bruin’s Den ou de qualquer outro. Eu estou vendo minha mãe de 88 anos se tornar demente e eu acredito que eu também estou seguindo por esse caminho. Eu parei de beber há quatro meses e espero que isso ajude. Pode ser muito tarde”, completou.

De fato, os leilões não começaram nesta quinta. Na segunda-feira (18), McGovney conseguiu levantar US$ 521 (R$ 1.182) com um panfleto da turnê da banda em 1982. No dia anterior, ele havia arrecadado US$ 47 (R$ 106) por um assento para motocicletas Harley Davidson.

“Tudo o que eu tenho a dizer é… cuidem de vocês mesmo e isso ajudará que possam cuidar de suas famílias”, completou o músico.

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